Gente Que Presta
Um pouco dos nossos pensamentos...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Meu adeus
Vi agorinha a despedida de Isa. Bom, que esse blog tava parado a muito tempo disso ninguém duvida e seria só uma questão de tempo até que ele fosse abandonado por completo. Nunca vou me esquecer de como ele foi criado, porque surgiu, de como evoluiu junto com a gente, de como amadureceu nas mãos de meninas que iam mais e mais longe no modo de pensar. Tudo o que eu espero é que tenhamos atingido nosso objetivo, o de "criar pessoas que prestem", gente que pense pela própria cabeça, que não sente a necessidade de seguir ninguém ou nada, pessoas que são o futuro.
Durante bastante tempo esse blog me serviu muito emocionalmente. Era aqui que eu compartilhava um pouquinho do mundo e onde eu desabafava sobre os absurdos que eu via, presenciava, sobre aquelas coisas que eu não suportava ver todo mundo fazer igual sem questionar. Na verdade o que eu mais queria passar através do GQP é isso: "questione". Questione tudo, tudo, tudo. Se questione, questione o mundo, a sociedade, seus professores, seus pais...
Era aqui também que vinham todas as minhas análises filosóficas do que é ser humano, os sentimentos, as emoções, as fases que nós todas vivemos, os medos e segredos mais guardados de cada uma de nós que de certa forma se refletem nos nossos textos.
Brigada Gente Que Presta, brigada ao leitores, que comentaram, participaram ou simplesmente leram e pensaram em cima daquilo que a gente escreveu. Brigada meninas por terem topado essa comigo!
Esse vídeo aí é a propaganda da Globo News do final do ano de 2012 que passa tudo aquilo que eu gostaria de comunicar a vocês.
Provavelmente de vez em quando eu ainda postarei aqui algumas coisinhas, quem sabe até reutilize o blog pra postar mais textos quando eu os tiver preparado. E, com toda certeza, entrarei aqui milhares de vezes para reler os textos, comentários e chorar e rir e perceber que acabou, mas que foi bom. Infelizmente nesse período que eu tô agora, tenho que dar vários "adeus" a pessoas muito amadas, pessoas que fizeram uma parte enorme da minha vida até agora ter sentido e que eu choro ao pensar naqueles momentos maravilhosos. Choro e me pergunto muito "por que tinha que acabar??". Percebi que é assim mesmo, a vida é um círculo,a vida continua, as coisas começam e as coisas acabam. E foi muito bom por terem acabado e deixado memórias tão boas, por poderem me proporcionar pequenas voltas no tempo e arrancar um sorriso do meu rosto.
Vocês todos fazem agora parte desses bons momentos.
Muito, muito obrigada por estarem aqui.
Farewell,
Bia.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
May I say it's a farewell?
Bem, como podem ver pelo título isso é um adeus. Eu, Uva, vim aqui me despedir desse blog que marcou tanto minha vida. Well, vamos ver. Eu me chamo Isadora, sou uma pirralha idealista de 14 anos, muito boba e que se tem um ego muito grande. Bem, eu queria dar o último adeus sabe? Antes de ter um acesso de l'esprit de l'escalier e me arrepender depois de nunca ter dito nem um tchau.
Como podem ver, o blog anda meio abandonado (ou devo dizer esquecido, como se a verdade não fosse dolorosa o suficiente) e eu já previa esse final. Lentamente, fui corrompida pela condição sine-qua-non do crescimento e com a chegada de hormônios, provas, testes e vício eu acabei por me distanciar do gqp. E aqui, eu acredito que eu cheguei no meu limite. Eu prefiro dizer adeus e ver as coisas assim, perfeitinhas do meu jeitinho do que ver o futuro chegar de modo avassalador e despedaçar meu pequeno paraíso que é aqui o blog. Galera, sério mesmo, me desculpem por isso, são 5:07 da madruga, mas eu acho que isso mereço uma despedida digna.
Vejamos, eu não tenho a menor pista de por onde começar. Acredito que vou começar por você, leitor (se você ainda existir né?). Eu gostaria de agradecer por tudo. Por ajudar esse sonho a se tornar realidade, por acompanhar e se interessar, por deixar seu pedacinho aqui e ajudar para contribuir na comunidade gqp. Obrigada mesmo. As palavras parecem vazias quando professadas assim, porém tudo que eu falo aqui é verdade. Eu serei eternamente grata por tudo que já fizeram por esse blog, eternamente grata por você que leu uma postagem, para você que leu 646, para você que viu uma imagem, para você que esteve presente aqui. Obrigada por confiarem na gente, por serem vocês, por complementarem da melhor forma esse pequeno mundinho que é aqui.
Depois, eu quero agradecer a essas meninas maravilhosas com quem eu escrevo esse blog. Sério gente, elas são muito especiais; preciosas até, ouso dizer. Cada uma dessas tem um poder imenso. Elas sabem curar, saber fazer rir, fazer chorar, sabem ser. Tem ideais nunca visto antes, são irascíveis, são cabela-quentes, são tranquilas, são felizes, são uma família. Eu não tenho palavras (nem um dom) para expressar tudo que essas meninas são para mim. E nesse ano estamos nos separando. Seguindo os temidos, no entanto desejados, caminhos diferentes, fazendo escolhas não compartilhadas. Entrando nos assustadores corredores de memória-existência em um caminho sem volta. Mas eu nunca serei capaz de esquecer o que elas fizeram por mim. Elas foram minha família quando ninguém mais aceitou. Elas foram meu ombro amigo, meu colo de mãe, meu depósito de emoções. Na realidade, nem sei como elas me aguentam, sendo elas tão incríveis e eu tão... eu. E sei que nunca serei completamente capaz de dizer para elas tudo que já se passou na minha cabeça, tudo que eu já quis dizer para elas, mas acho que vão entender com um eu amo vocês. É isso mesmo, gqps, eu amo vocês. Vocês são as melhores amigas que eu poderia pedir, vocês são minha família, vocês são parte de mim. Isso foi clichê? Sim, terrivelmente, mas estou tão orgulhosa de poder dizer que é o MEU clichê e que compartilho ele com vocês. E me separando de vocês eu sinto a presença da dor cada ve mais presente, mas eu acho, parafraseando John Green, que é essa a grande jogada dela: ela exige ser sentida e está doendo porque foi importante. E ele está certo (como sempre duh): foi importante, foi épico, foi nosso capítulo no meu livro de histórias. E foi um daqueles capítulos bons, daqueles emocionantes, que todos têm prazer de ler, que dá um frio na barriga, que você quer saber o final mas ninguém quer terminar. Vocês foram incríveis, e saibam que eu nunca vou esquecer vocês (ou pelo menos vou tentar nunca esquecer, afinal que sou eu para determinar o nunca ou o sempre). Obrigada por tudo galera, vocês são as melhores.
Love always, Uva;) ou Isadora.
Como podem ver, o blog anda meio abandonado (ou devo dizer esquecido, como se a verdade não fosse dolorosa o suficiente) e eu já previa esse final. Lentamente, fui corrompida pela condição sine-qua-non do crescimento e com a chegada de hormônios, provas, testes e vício eu acabei por me distanciar do gqp. E aqui, eu acredito que eu cheguei no meu limite. Eu prefiro dizer adeus e ver as coisas assim, perfeitinhas do meu jeitinho do que ver o futuro chegar de modo avassalador e despedaçar meu pequeno paraíso que é aqui o blog. Galera, sério mesmo, me desculpem por isso, são 5:07 da madruga, mas eu acho que isso mereço uma despedida digna.
Vejamos, eu não tenho a menor pista de por onde começar. Acredito que vou começar por você, leitor (se você ainda existir né?). Eu gostaria de agradecer por tudo. Por ajudar esse sonho a se tornar realidade, por acompanhar e se interessar, por deixar seu pedacinho aqui e ajudar para contribuir na comunidade gqp. Obrigada mesmo. As palavras parecem vazias quando professadas assim, porém tudo que eu falo aqui é verdade. Eu serei eternamente grata por tudo que já fizeram por esse blog, eternamente grata por você que leu uma postagem, para você que leu 646, para você que viu uma imagem, para você que esteve presente aqui. Obrigada por confiarem na gente, por serem vocês, por complementarem da melhor forma esse pequeno mundinho que é aqui.
Depois, eu quero agradecer a essas meninas maravilhosas com quem eu escrevo esse blog. Sério gente, elas são muito especiais; preciosas até, ouso dizer. Cada uma dessas tem um poder imenso. Elas sabem curar, saber fazer rir, fazer chorar, sabem ser. Tem ideais nunca visto antes, são irascíveis, são cabela-quentes, são tranquilas, são felizes, são uma família. Eu não tenho palavras (nem um dom) para expressar tudo que essas meninas são para mim. E nesse ano estamos nos separando. Seguindo os temidos, no entanto desejados, caminhos diferentes, fazendo escolhas não compartilhadas. Entrando nos assustadores corredores de memória-existência em um caminho sem volta. Mas eu nunca serei capaz de esquecer o que elas fizeram por mim. Elas foram minha família quando ninguém mais aceitou. Elas foram meu ombro amigo, meu colo de mãe, meu depósito de emoções. Na realidade, nem sei como elas me aguentam, sendo elas tão incríveis e eu tão... eu. E sei que nunca serei completamente capaz de dizer para elas tudo que já se passou na minha cabeça, tudo que eu já quis dizer para elas, mas acho que vão entender com um eu amo vocês. É isso mesmo, gqps, eu amo vocês. Vocês são as melhores amigas que eu poderia pedir, vocês são minha família, vocês são parte de mim. Isso foi clichê? Sim, terrivelmente, mas estou tão orgulhosa de poder dizer que é o MEU clichê e que compartilho ele com vocês. E me separando de vocês eu sinto a presença da dor cada ve mais presente, mas eu acho, parafraseando John Green, que é essa a grande jogada dela: ela exige ser sentida e está doendo porque foi importante. E ele está certo (como sempre duh): foi importante, foi épico, foi nosso capítulo no meu livro de histórias. E foi um daqueles capítulos bons, daqueles emocionantes, que todos têm prazer de ler, que dá um frio na barriga, que você quer saber o final mas ninguém quer terminar. Vocês foram incríveis, e saibam que eu nunca vou esquecer vocês (ou pelo menos vou tentar nunca esquecer, afinal que sou eu para determinar o nunca ou o sempre). Obrigada por tudo galera, vocês são as melhores.
Love always, Uva;) ou Isadora.
domingo, 18 de novembro de 2012
Laços (Curta metragem)
Pra quem nunca viu, o curta mais lindo que já vi.
Esse curta já teve vááárias premiações (inclusive internacionais).
mó orgulho do povo que faz, que conheço.
Definições
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.
-Adriana Falcão
O mundo por outro olhar
Tem muita coisa boa nesse mundo ainda, basta a gente saber olhar!
Não à mídia sensacionalista.
Não à mídia repressiva.
Não à mídia pessimista.
As amizades
Ooi pessoal!!!
Dá até vergonha chegar aqui depois de mais de 6 meses sem postar... Não virei com desculpa de estudos, trabalhos e afins porque sim, tiveram muitos, mas nas minhas horas vagas eu me esquecia daqui também. Mas esse é e sempre será o lugar onde sei que posso me expressar como quiser para o mundo.
Então, marcando minha volta, um texto de Vinícius de Moraes que expressa exatamente o que está se passando esse ano com todas nós.
" Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...
Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...
Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!! "
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